Margarida Alfacinha explica que o conjunto de desenhos faz parte de um trabalho de investigação, desenvolvido com base em imagens de bailarinos entre outros modelos de diversas artes performativas. O tema central do trabalho, acrescenta, tem como foco a problemática das liberdades individuais, identidade de género e luta para a igualdade social. A ideia de que a expressão individual de cada um e a sua representatividade são fundamentais para a evolução da vida em sociedade é a base do trabalho, acrescenta ainda Margarida Alfacinha. “SER, como mote da existência humana, da identidade, a qualidade dessa vivência e o direito a viver as escolhas com dignidade”, sublinha a autora.
Margarida Alfacinha nasceu em 1975, em Lisboa, cidade onde vive e trabalha. É licenciada em Design de Comunicação Visual, pelo Instituto Artes Visuais, Design e Marketing. Este ano, fez duas exposições individuais: “Corpo Real”, na Galeria Passevite, em Lisboa, e “Ser”, na Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães. O seu currículo é vasto e, ao longo da carreira, tem realizado diversas exposições individuais e coletivas e tem visto o seu trabalho a ser reconhecido e premiado.
A Casa da Cidadania da Língua, conhecida como Casa do Arco, situa-se na Alta de Coimbra. Hoje é um espaço de reflexão e de ação para a construção de um futuro mais promissor para Portugal, Brasil e outros países de língua portuguesa e assume um papel central no debate e na produção de um novo pensamento crítico, com a finalidade de enfrentar os desafios que se apresentam para estas regiões. Este é, também, um espaço de defesa da democracia e dos valores universais, da diversidade cultural, da igualdade e da justiça social. A Casa da Cidadania da Língua está abertura ao público de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h00 14h00 às 18h00. Encerra aos sábados, domingos e feridos, exceto quando há eventos em agenda.