No Edifício Chiado, aberto de terça a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, e sábados e domingos, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, os visitantes podem ver a Coleção de Arte Telo de Morais, uma exposição permanente que integra um importante espólio de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, assim como exemplares significativos de cerâmica, escultura, pratas e mobiliário.
Na Galeria de Exposições Temporárias, está patente, até 31 de março, “O Tratador de Dragões Invisíveis”, de Nuno Fonseca. Ao lado, na Galeria Almedina, os visitantes podem ver “Veja e Frua”, de Carolina Mota (até 17 de março).
A Torre de Almedina, monumento nacional desde 1910, foi, em tempos, a principal porta de acesso aos intramuros de Coimbra e, atualmente, acolhe o Núcleo da Cidade Muralhada, cujo objetivo é a recuperação, na memória coletiva, da existência da muralha. No piso superior da torre, pode ver-se a exposição “Coimbra, 1395”. A Torre de Almedina pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, encerrando ao domingo, segunda-feira e feriados.
Sábado, os visitantes podem, também, aceder, gratuitamente, à Torre de Anto, de origem medieval, que integrava a antiga cerca de Coimbra. Classificada como monumento nacional desde 1935, acolhe o Núcleo da Guitarra e do Fado de Coimbra. Ali podem ver-se alguns objetos do grande mestre Carlos Paredes, a letra de uma canção original de Zeca Afonso, uma guitarra de António Portugal e ainda a letra, manuscrita, da Trova do Vento que Passa, da autoria de Manuel Alegre. A Torre de Anto abre de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Encerra à segunda-feira e feriados.
Outra das propostas para este dia passa pela Sala da Cidade, também conhecida por antigo Refeitório do Mosteiro de Santa Cruz. Até dia 2 de março, tem patente a exposição “Todos os tempos se cruzarão”, no âmbito do ciclo “Cuidar de um país”, uma série de exposições acerca do território, arquitetura e arte coorganizadas pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra, Centro de Estudos Sociais e Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. A Sala da Cidade está aberta de terça-feira a sábado, das 13h00 às 18h00, e encerra ao domingo, segunda-feira e feriados.
Por fim, no Edifício da Inquisição, onde funcionou, de 1566 a 1821, o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, está patente a exposição “Judeus de Coimbra | Da Tolerância à Perseguição | Memórias e Materialidades”. A exposição pretende resgatar e reabilitar a memória das comunidades judaicas que habitaram o território urbano, contribuindo para aprofundar o conhecimento de uma história de contornos ainda pouco precisos. O Edifício pode ser visitado de terça-feira a sábado, das 13h00 às 18h00.
Por sua vez, no Centro de Arte Contemporânea de Coimbra está a decorrer o programa “De portas amplamente fechadas”, com um conjunto de iniciativas gratuitas – workshops e oficinas – reveladoras dos bastidores deste espaço expositivo. Para aceder às atividades gratuitas do programa, dirigidas a grupos, deve ser feita marcação prévia.