Com participantes de mais de 50 países, o simpósio teve como objetivo a partilha de boas práticas, de reflexões e de experiências no âmbito da aplicação das ciências forenses na atividade humanitária.
Carlos Cidade elogiou o trabalho meritório e humanitário das pessoas e organizações que estão no terreno em contexto de conflito e catástrofe, salientando que “é, também, fundamental darmos cada vez mais condições para os profissionais e organizações aplicarem as novas tecnologias, a inteligência artificial e a Big Data de forma a apoiar este campo de atuação técnica e humanitária”.
O vice-presidente da CM Coimbra destacou a presença no evento de profissionais e humanistas de grande relevo, como Estela de Carlotto, representante das Avuelas da Praça de Maio. “Ativistas como Estella de Carlotto também são uma demonstração de que o vosso trabalho pode ser o retorno da esperança e a recuperação de parentes desaparecidos”, destacou Carlos Cidade, acrescentando que “para mim, como humanista, é muito emocionante termos aqui connosco pessoas com este histórico de cidadania e espero que o exemplo e as suas lutas sejam a maior inspiração deste simpósio”.