Amanhã, sábado, dia 25 de novembro, as entradas no MMC e no CACC são gratuitas, como de resto acontece todos os quartos sábados de cada mês. O horário é o habitual: das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, com exceção do Pátio da Inquisição, que é das 13h00 às 18h00.
No Edifício Chiado, para além da Coleção Telo de Morais, que reúne um impressionante conjunto de pintura, desenho, escultura, pratas, mobiliário e cerâmica, distribuído por três andares, os visitantes podem ver, ainda, na galeria de exposições temporárias, no rés-o-chão, a exposição comemorativa dos 70 anos da Sanfil Medicina, intitulada “Pela Saúde, Pela Comunidade”. A mostra vai estar patente até 7 de janeiro do próximo ano.
Já na Galeria Almedina do MMC, inaugura amanhã, às 15h00, a exposição temporária ANIMALIUM – Alma e Espelho, de Teresa Ribeiro. A mostra, que remete o público para a época da pré-história, para os desenhos e pinturas nas rochas das cavernas, para os tons terra, para a iconografia animal, vai estar patente até 21 de janeiro do próximo ano.
Na Torre de Almedina, os visitantes podem apreciar a exposição “Coimbra, 1395”, que mostra ao público um percurso pelas ruas da cidade medieval. Duas personagens fictícias, Afonso Anes e Domingas Martinho, percorrem as ruas de Coimbra e deparam-se com os edifícios e as vivências económicas e sociais da cidade. A exposição tem curadoria de Luísa Trindade e Marta Simões (Universidade de Coimbra).
Na Torre de Anto, os visitantes podem conhecer um pouco da história da Canção de Coimbra. O Núcleo da Guitarra e do Fado de Coimbra, aborda, através de objetos e equipamentos interativos, as várias fases da história desta música característica da cidade de Coimbra. Neste espaço encontram-se expostas duas das guitarras que o grande mestre Carlos Paredes ofereceu à cidade.
Importa, também, recordar a exposição “Judeus de Coimbra | da tolerância à perseguição | memórias e materialidades”, de entrada livre, que pode ser visitada no Pátio da Inquisição, num espaço que pertenceu, até à sua extinção em 1821, ao antigo Tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Coimbra, que se abre ao público pela primeira vez e onde sobrevivem velhas “cicatrizes” para lembrar esse tempo longo e penoso. A exposição pretende resgatar e reabilitar a memória das comunidades judaicas que habitaram o território urbano, contribuindo para aprofundar o conhecimento de uma história longa, de contornos ainda pouco precisos, que inclui algumas particularidades que a diferenciam e a tornam notável.
Por último, os visitantes podem também conhecer a exposição “Visitante Ocasional”, que está patente no CACC, e é inspirada na obra “Espelho Imaginário: Pintura, Antipintura e Não-pintura”, de 1971, de Eduardo Lourenço. A mostra, com a curadoria de José Maçãs de Carvalho, integra as comemorações do centenário de Eduardo Lourenço e vai estar patente até 18 de fevereiro do próximo ano. A exposição conta com obras de renomados artistas: Álvaro Lapa, António Bolota, Dayana Lucas, Eugénia Mussa, Eva Rothschild, Fernão Cruz, Gabriela Albergaria, Helena Almeida, Jorge Martins, José Pedro Croft, Luís Nobre, Nuno Sousa Vieira, Rui Calçada Bastos, Rui Chafes e Susanne S. D. Themlitz.