Durante abril, o programa “De Portas Amplamente Fechadas” está, novamente, disponível no CACC, com um conjunto de iniciativas reveladoras dos bastidores deste espaço expositivo.
Integrado neste programa, o CACC propõe um conjunto diversificado de oficinas e de experiências que estimulam a imaginação e o pensamento artístico. Às já habituais atividades “Desenhos Gigantes”, “Desenhos Verticais” e “Exercícios de Curadoria”, juntam-se novas propostas como a oficina “Floresta Pascoela”, que desafia os participantes a intervir numa instalação imersiva com elementos inspirados na Páscoa; a oficina “Omelete sem ovos”, um clássico contemporâneo; e ainda “Vamos falar do tempo”, uma conversa-performance centrada nas questões do ecossistema.
Destaque ainda para o projeto “Um Gesto que Conta!”, que convida à criação de uma fanzine a partir de uma mancha pictórica, explorando o gesto enquanto forma de expressão artística e de linguagem. A iniciativa propõe uma abordagem livre, onde palavras, ilustração e criatividade se cruzam, evocando também a importância da Língua Gestual Portuguesa como meio de comunicação e expressão.
As atividades decorrem entre terça e sexta-feira, das 10h00 às 16h00, e têm uma duração variável entre 45 e 90 minutos, com exceção do programa “De Portas Amplamente Fechadas”, que está disponível de segunda a sexta-feira. As atividades destinam-se ao público escolar, ATL’s e ainda público em geral, em grupos com um mínimo de seis e um máximo de 70 participantes.
A participação requer inscrição prévia através do telefone 239 828 052 ou do e-mail centroartecontemporanea@cm-coimbra.pt. Os kits didáticos associados ao programa podem também ser solicitados por e-mail, permitindo a sua utilização em contexto escolar, familiar ou institucional.
Paralelamente à programação do CACC, continua patente a exposição “Um Silabário por Reconstruir IV”, que pode ser visitada até 28 de junho na Culturgest, no Porto. Com curadoria de José Maçãs de Carvalho e de Filipa Valente, o projeto reúne obras de vários artistas contemporâneos e propõe uma reflexão sobre a relação entre imagem, linguagem e narrativa, no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.