“Haver aqui um modelo de cogestão da Bacia do Mondego, principalmente do Baixo Mondego, em que esteja presente a APA [Agência Portuguesa do Ambiente], o Ministério do Ambiente através da APA, as autarquias, a proteção civil, os agricultores e os industriais que também são grandes utilizadores de água”, concretizou.
De acordo com Maria da Graça Carvalho, essa cogestão deve ter “técnicos muito dedicados a vigiar e a tomar conta do rio”. “Como no passado tinham os guarda-rios, mas agora técnicos com mais capacidade técnica, que depois transmitam aos engenheiros e a quem tem que decidir o que é que se passa no rio. Haver aqui uma vigilância permanente nos rios”, sustentou.
LUSA / CM de Coimbra