“Ainda não foi colocado a concurso porque isso passa por um entendimento que, pelos vistos, no passado nunca terá acontecido entre DGTF, Turismo de Portugal e Câmara de Coimbra. Estamos a trabalhar com essas instituições para ter aqui uma solução de um hotel, espaço para bienal e um centro de eventos, uma nave que levasse cinco mil pessoas em ligação com o Convento [São Francisco]. Isso são muitas dezenas de milhões de euros de investimento e não é algo que se possa fazer de repente”, afirmou José Manuel Silva, salientando ainda o papel “inexcedível” de Ana Abrunhosa para que se encontre uma solução para o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
A solução agrada à ministra da Coesão Territorial. Ana Abrunhosa recordou que o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o núcleo central da AnoZero, é património do Estado que poderá ser aproveitado para um hotel através do programa Revive e realçou a importância de manter “a componente da Bienal” no mesmo espaço. Ana Abrunhosa elogiou, ainda, a “parceria virtuosa” entre a Câmara Municipal, a Universidade de Coimbra e o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra.
A ministra da Coesão Territorial visitou a Bienal na companhia do presidente da Câmara, do vice-reitor da Universidade de Coimbra, Delfim Leão, e dos diretores da Anozero e do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, os arquitetos Carlos Antunes e Désirée Pedro.
LUSA/CM Coimbra