O Museu Nacional de Machado de Castro necessita de revisão e fixação mecânica de chapas da forra do imóvel, substituição de vidros partidos nas claraboias e reparação de coberturas.
No concelho de Coimbra, o relatório provisório do Património Cultural identifica ainda danos na Sé Nova, na Sé Velha — no lanternim e nas coberturas —, na Igreja de São Bartolomeu, na Igreja de Santa Justa, no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, no Jardim Botânico e no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. O Colégio das Artes apresenta também “inundações profundas”. Assinala-se ainda o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, que ficou parcialmente submerso, e que já se encontrava encerrado no âmbito das obras em curso financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
O levantamento integra o balanço nacional do impacto da tempestade em museus, monumentos e sítios patrimoniais de cerca de duas dezenas de concelhos do país. Os relatórios provisórios estão a ser atualizados por equipas do Património Cultural e da empresa pública Museus e Monumentos de Portugal, que mantêm acompanhamento no terreno.
No concelho de Coimbra, a Câmara Municipal assinala igualmente danos em equipamentos municipais, que levaram ao encerramento da Torre de Almedina — Núcleo da Cidade Muralhada — e do Pavilhão Centro de Portugal, atualmente cedido à atividade da Orquestra Clássica do Centro.
LUSA/CM de Coimbra