A comparticipação municipal corresponde a 50% dos custos de funcionamento da equipa, sendo os restantes 50% assegurados pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), no âmbito do protocolo celebrado entre as três entidades.
Mais de 2.300 ocorrências em três anos
Os relatórios de atividade das Equipas de Intervenção Permanente dos Bombeiros Voluntários de Coimbra registam mais de 2.300 ocorrências entre 2023 e 2025, incluindo emergências pré-hospitalares, incêndios, acidentes rodoviários e operações de proteção civil.
Só em 2025, as equipas participaram em 960 ocorrências, das quais se destacam 302 emergências pré-hospitalares, 96 incêndios rurais, 55 incêndios estruturais e 39 acidentes rodoviários. Em 2024 foram registadas 922 ocorrências e, em 2023, 458 ocorrências.
Os relatórios referem ainda a participação em simulacros, dispositivos especiais, ações de proteção civil, treino operacional e verificação de redes de incêndio, assegurando uma resposta permanente e especializada no concelho.
As Equipas de Intervenção Permanente funcionam através de turnos alternados, garantindo presença operacional diária entre as 8h00 e as 21h00.
O protocolo inicial da 1.ª EIP foi assinado em abril de 2019, permitindo o início de funções da equipa em fevereiro de 2020. O acordo foi renovado em 2023 e termina agora o atual período de vigência.
A renovação agora proposta produz efeitos retroativos a 1 de fevereiro de 2026 e prevê uma comparticipação municipal distribuída ao longo de quatro anos financeiros. Segundo a informação técnica dos serviços municipais, o objetivo passa por assegurar a continuidade de uma resposta operacional considerada essencial no apoio às missões de socorro, emergência e proteção civil no concelho de Coimbra.