A empreitada foi entregue à empresa Veiga Lopes SA, que irá receber 1.461.992,14 euros (+ IVA) para realizar a obra num prazo de 120 dias. Manuel Machado deixou, contudo, um desafio à empresa: se conseguir realizar a obra num prazo de tempo mais curto, a autarquia reduzirá também o prazo de pagamento da empreitada.
“Este investimento a rondar um milhão e meio de euros é, assim o espero, a última empreitada deste complexo, destinado à Cultura, ao Turismo, à Economia, à cidade, à região, ao país, à Península Ibérica e à Europa”, disse Manuel Machado, manifestando a esperança de que os trabalhos “decorram de forma exata, perfeita e atempada”. “As naturais complexidades”, inerentes a uma obra desta dimensão, “têm sido ultrapassadas, graças à persistência de muitas pessoas, que se têm empenhado na sua concretização”, acrescentou.
Manuel Machado recordou ainda que, apesar do Convento de S. Francisco ter sido cofinanciado pelo Programa Operacional Temático da Valorização do Território (POVT), tanto “a empreitada agora consignada como a da Igreja [do Convento de S. Francisco], decorrem exclusivamente a expensas dos cofres municipais”. No entanto, o Município de Coimbra está a procurar que estas obras “sejam devidamente cofinanciadas por fundos comunitários”, adiantou o presidente da CMC.
Com capacidade para mais de meio milhar de viaturas, o parque de estacionamento foi projetado pelo Atelier JLCG – Arquitetos, Lda., do arquiteto Carrilho da Graça. Esta obra agora consignada contempla os trabalhos de acabamentos de arquitetura, infraestruturas elétricas, aquecimento, ventilação e ar condicionado, instalações hidráulicas, telecomunicações e segurança, que não foram incluídos na empreitada inicialmente contratualizada com a empresa MRG.