Segundo o vereador Miguel Fonseca, a decisão de renegociar o empréstimo contraído aquando da construção do Estádio Cidade de Coimbra deve-se a “um aumento exponencial de juros”, com o consequente agravamento do serviço da dívida, tendo esta renegociação a perspetiva de conseguir condições mais favoráveis nos quatro anos restantes.
Para além do lote destinado à renegociação deste crédito, a proposta contempla um empréstimo no valor aproximado de 2,8 milhões de euros para efeito de um aumento da participação de capital no fundo imobiliário Coimbra Viva I. Recorde-se que o Município detém uma participação maioritária neste fundo, pelo que o aumento de capital é imprescindível para a concretização de um projeto de instalação de uma residência de estudantes universitários na Baixa, anunciado recentemente pelo presidente da Câmara. O valor a contratualizar contempla apenas o Município de Coimbra e uma outra entidade particular participante, uma vez que o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (o segundo maior participante no fundo) e a respetiva tutela não se pronunciaram até ao momento.
Da proposta faz ainda parte um empréstimo no montante de 10,5 milhões de euros para financiamento de projetos que constam do Plano Plurianual de Investimentos da CM de Coimbra.
CM de Coimbra/LUSA