Trata-se de um local com capacidade para acolher 42 pessoas, no piso dois do edifício, onde se pode dormir, comer, rezar e meditar. “Nós apresentámos o nosso espaço e depois procuramos que as pessoas façam deste local um espaço em que também se sintam em casa, mas que seja uma mais-valia. Se vêm aqui só para dormir no sentido de como quem vai a um hotel” indiferenciado, “nós sugerimos os hotéis mais próximos”, afirmou. Os hóspedes podem participar nas atividades que o seminário dispõe, sendo que a ideia é intensificar essas iniciativas. O objetivo é divulgar “programas com o qual possam conjugar cultura com a espiritualidade”, sublinhou Nuno Santos.
O Seminário Maior de Coimbra tem missas todas as terças-feiras, às 19h00, na igreja, e ainda missa, ao domingo, às 11h00, no jardim.
Além disso, há oração diária, de terça à sexta-feira, às 07h30, na capela da Anunciação. Já as iniciativas culturais passam, por exemplo, por espetáculos de teatro ou concertos.
A ideia começou em 2016 e em janeiro de 2017 foi apresentada ao público, tendo a obra começado em março de 2020. A empreitada do projeto do edifício Central, onde está localizado o alojamento do seminário, orçada em cerca de cinco milhões de euros, está concluída a 60%.
O edifício, que abriu as portas em 1765 e é Monumento Nacional, continua a ter uma comunidade de dez padres a viver e a rezar neste lugar.
As reservas dos quartos podem ser feitas através do ‘site’ do seminário e os preços variam, dependendo se é uma reserva individual ou em grupo.
LUSA/CM Coimbra
Créditos fotográficos: Diário As Beiras