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20 Maio 2024

CM de Coimbra apresenta Estratégia Municipal de Inovação com vista ao compromisso coletivo

As linhas orientadoras da elaboração da Estratégia Municipal de Inovação (EMI) foram hoje, dia 20 de maio, apresentadas no Salão Nobre dos Paços do Concelho. “O que torna Coimbra um território inovador?”, “A cidade é aberta à inovação?”, “Que desafios enfrenta?” são algumas das questões que vão ser respondidas no documento que está a ser elaborado. A construção da EMI, coordenada pelo Centro de Inteligência de Coimbra, do Departamento de Tecnologias de Informação e Inovação Digital da autarquia, com o apoio da Sociedade Portuguesa da Inovação (SPI), vai decorrer ao longo dos próximos meses, num processo participativo. Neste momento, está a decorrer a fase de diagnóstico, para se conhecer com maior profundidade o ecossistema local de inovação, as suas dinâmicas e o papel da autarquia enquanto facilitadora de inovação no território. O objetivo é formalizar um compromisso coletivo para a inovação.

A EMI foi esta manhã apresentada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, numa sessão que contou com a participação do presidente da Câmara Municipal, José Manuel Silva, do vice-presidente, Francisco Veiga, do diretor do Departamento de Tecnologias de Informação e Inovação Digital, Nuno Pimenta, e da consultora SPI, representada por Susana Loureiro. “Está tudo aqui em Coimbra. Temos as pessoas, temos as instituições, temos a vontade. Vamos trabalhar para definir as linhas e os caminhos para colocar Coimbra no lugar certo”, afirmou o presidente da Câmara.

 

“Coimbra tem de trabalhar mais e melhor para se destacar no panorama nacional e não ser esmagada pelas duas grandes áreas metropolitanas que a envolvem. (…) Tem de se afirmar pela diferenciação”, considerou José Manuel Silva. “Somos diferenciadores e temos potencial, temos duas instituições de ensino de referência, um centro hospitalar e universitário de referência, é preciso darmos um salto estratégico ao nível do desenvolvimento”, vincou o presidente, acrescentando que a EMI pretende “reconduzir Coimbra ao patamar e à relevância que já teve”. Para isso, “contamos com todos, precisamos de todos”, apelou.

 

Já Francisco Veiga explicou que a Câmara Municipalidentificou a necessidade de definir e materializar as suas prioridades, programa e ações, a médio e longo prazo, sobre os eixos estratégicos de intervenção na área da inovação, por forma a alavancar as suas potencialidades, nomeadamente, a agregação e a participação ativa do seu ecossistema local de inovação, no desenvolvimento territorial e qualidade de vida da sua população”. “O Município de Coimbra dispõe de equipamentos, infraestruturas, conhecimento técnico e científico e talentos extremamente distintos e diversificados, relevantes e reconhecidos, que potenciam, extraordinariamente, o seu ecossistema de inovação e o seu sucesso em todas as suas dimensões”, acrescentou, considerando que apenas falta “definir o rumo e a estratégia necessários para a sua articulação e concretização”.

 

Com base nos resultados do diagnóstico que, neste momento, está a ser feito, segue-se a fase de definição da visão e das linhas orientadoras estratégicas para a afirmação de Coimbra na inovação nas várias dimensões, para se atingir o desenho de propostas concretas de ação, suportadas por um conjunto de medidas em domínios relevantes como a governação, a economia e a qualidade de vida da comunidade (educação, desenvolvimento e coesão social, mobilidade, urbanismo, ambiente, entre outros), para as quais se definirão responsabilidades e se apelará a um compromisso coletivo para a inovação.

 

A Câmara Municipal está, assim, empenhada em transformar Coimbra num ecossistema de inovação de referência. A EMI é um processo chave para o concelho e vai contribuir para implementar uma visão inovadora do concelho, com uma estratégia de longo prazo, criar um instrumento dinâmico, suscetível de adaptação e evolução e posicionar o Município como o principal agregador e impulsionador do ecossistema de inovação existente à escala concelhia.

 

É ainda pretensão da Câmara Municipal promover a participação dos munícipes e de todas as entidades na criação e desenvolvimento da EMI, nomeadamente na identificação e reflexão sobre problemas existentes e possíveis soluções, no debate sobre necessidades e formas de inovação (a sua aplicabilidade à vida das pessoas e da cidade) e na criação  de um ecossistema de inovação e um modelo de atuação em rede que contribua para a concretização da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

Créditos fotográficos: Câmara Municipal de Coimbra | João Pedro Lopes

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