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5 Fevereiro 2026

Cortes em várias estradas do concelho e circulação ferroviária suspensa devido ao risco de cheias

A circulação rodoviária no concelho de Coimbra está fortemente condicionada, com várias vias cortadas devido à subida do caudal do rio Mondego e à acumulação de água, lama e detritos, no seguimento dos impactos das depressões Kristin e Leonardo. A situação está a ser acompanhada no terreno pelos serviços municipais, forças de segurança e meios de socorro, num quadro de risco acrescido de cheias e de instabilidade associada às condições meteorológicas. A circulação rodoviária e ferroviária na região também está fortemente afetada por inundações.

Entre os principais condicionamentos, encontra-se novamente encerrado o tabuleiro inferior da Ponte Açude, que já tinha sido encerrado no fim de semana. Está, também, cortada a Estrada do Campo, na sua margem esquerda, desde a Ponte Açude até ao limite do concelho, bem como os acessos transversais a esta via.

 

Estão, ainda, cortadas a Estrada da Espertina, a estrada entre Fornos e Adémia, o túnel de Souselas para a Marmeleira e o túnel da EN17 junto à Quinta da Portela. Registam-se também cortes na estrada de Ceira a Almalaguês, na zona da aldeia dos Cartaxos, e em Castelo de Viegas, na área do Marco dos Pereiros, em ambos os casos devido à presença de lama e resíduos na via.

 

A presidente da Câmara Municipal de Coimbra assinalou ainda preocupação com a evolução de um talude no Penedo da Saudade, na Mata de Santa Teresa, que está a ser acompanhado.

 

O aumento do caudal do Mondego levou também ao reforço de meios no terreno, tendo sido acionados para a zona do Cabouco uma embarcação e um veículo dos Bombeiros Sapadores de Coimbra.

 

Acessos rodoviários à região também afetados

Para além do concelho, mantêm-se constrangimentos relevantes à mobilidade regional. A A14 continua cortada entre a Figueira da Foz e Montemor-o-Velho, nos dois sentidos, devido ao alagamento do pavimento, situação que condiciona também as alternativas disponíveis.

 

O IP3 encontra-se igualmente cortado nos dois sentidos e sem previsão de reabertura, na sequência de uma derrocada na zona de Almaça, a poucos quilómetros da Barragem da Aguieira, que provocou queda de pedras na via. Os desvios estão a ser efetuados pela EN2 em direção à Barragem da Aguieira, pelo IC6 e pela EN234 em direção ao Luso.

 

Circulação ferroviária com fortes restrições

A situação hidrológica está também a afetar a circulação ferroviária. Segundo a CP – Comboios de Portugal, o serviço de longo curso na Linha do Norte encontra-se suspenso devido a inundações na estação de Alfarelos, afetando igualmente ligações na região.

 

Os serviços urbanos de Coimbra estão suspensos e os comboios regionais entre o Entroncamento e Coimbra-B circulam apenas até Soure.

 

Apelo à população

Os serviços de proteção civil, segurança e socorro mantêm-se em prontidão e em ações permanentes de prevenção e vigilância. O Município apela à população que evite deslocações não essenciais, sobretudo para zonas ribeirinhas e áreas inundáveis, que não atravesse vias cortadas ou alagadas, que retire viaturas de locais de risco e que acompanhe a informação divulgada pelos canais oficiais, seguindo sempre as indicações das autoridades no terreno.

 

O Município de Coimbra continuará a acompanhar a evolução da situação e a atualizar a população sempre que se justifique.

 

CM de Coimbra | com LUSA

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