Entre os 100 operacionais, estão Bombeiros Sapadores de Coimbra, com o apoio de elementos de corporações de Tábua, de Mortágua ou da Mealhada, além de fuzileiros e elementos do Exército, divididos por três setores ao longo das margens do rio Mondego.
As principais preocupações no concelho, além do risco elevado de cheia do Mondego, são as quedas de muros, taludes e árvores, assim como deslizamentos de terras e barreiras, segundo a autarca.
“Até dia 11 [de fevereiro] não vamos sair do terreno”, garantiu Ana Abrunhosa, lembrando que a previsão é que continue a chover até essa data, com um pico esperado para dia 8 de fevereiro.
Aos jornalistas, a autarca afirmou que os diques continuam a ser vigiados e as situações que merecerem atenção serão reportadas à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), sem que tenham sido identificadas à data situações de risco iminente. “Estamos a acompanhar, a monitorizar. Não identificámos nenhuma situação especialmente preocupante. Não há riscos elevados. Há sempre um risco, que esse nunca é zero”, explicou Abrunhosa, numa referência à possibilidade de rebentamento de diques.
Com várias estradas cortadas, a autarca reforçou o apelo às populações para evitar comportamentos de risco, entre eles, frequentar e estacionar nas zonas ribeirinhas.
LUSA / CM de Coimbra