O evento incluiu um vasto programa, desde a animação no principal recinto do mercado às iniciativas de índole diversa, que decorreram na Sé Velha, no Museu Nacional de Machado de Castro, na Torre de Almedina e no Núcleo Museológico da Santa Casa da Misericórdia de Coimbra, dirigidas a diferentes públicos.
O cenário histórico e cultural contou também com vários expositores e mercadores, entre os quais associações e comerciantes locais, cujos produtos obtiveram uma recetividade positiva por parte dos visitantes desta 31.ª edição.
A densa e diversificada oferta programática, a forte adesão do público e os resultados da atividade mercantil dos participantes na 31.ª Feira Medieval de Coimbra, a mais antiga realização do género no país, fizeram do evento um grande sucesso.
Durante o último fim de semana, numa área central que se estendeu desde o Largo da Sé Velha até ao Quebra-Costas e ao Pátio do Castilho, a Feira Medieval teve como mote “Coimbra Capital do Reino – Séc. XII”, instalando-se no espaço público desde a noite de sexta-feira até domingo, com a recriação do ambiente da época medieval.
Organizada pela CM de Coimbra, a iniciativa teve como parceiros a Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, a Diocese de Coimbra, a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, o Museu Nacional de Machado de Castro, os Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra e a União das Freguesias de Coimbra, cuja cooperação resultou num certame que continua a pautar-se pelo rigor da recriação histórica do período medieval.
Animação permanente ao longo dos três dias
A Feira Medieval integrou vários momentos de animação permanente, com dezenas de figurantes, música, danças, treinos de armas, acrobacias, trovadores, falcoaria, teatro de fogo, cortejos e outras encenações que recriaram diferentes aspetos da época medieval.
O evento mobilizou igualmente associações de Coimbra e comerciantes da área envolvente, com propostas gastronómicas, que constituem uma imprescindível componente do evento, a par da presença de mercadores de artes e ofícios de cunho medieval e da habitual programação cultural. O Largo da Sé Velha acolheu também réplicas de jogos medievais, que desafiaram a destreza dos mais novos e reforçaram a componente lúdica da iniciativa.