“Correu bem. Mesmo com algumas perturbações, que acontecem inevitavelmente, a verdade é que todos os que foram chamados à frente de combate responderam prontamente e uma situação que poderia ser trágica felizmente não foi”, afirmou o presidente da CM Coimbra. “E isso foi graças à dedicação de todos os que foram envolvidos nos trabalhos da proteção civil, desde a senhora diretora do Serviço Municipal de Proteção Civil, aos funcionários da Câmara Municipal que foram mobilizados, mas também aos Bombeiros Voluntários de Coimbra, de Brasfemes, aos Sapadores, às brigadas especiais da Guarda Nacional Republicana, do Exército, forças policiais, Cruz Vermelha, todos os que foram chamados e manifestaram a sua prontidão para as missões de socorro”, sublinhou Manuel Machado.
“E hoje é um dia especial também por isso, sobretudo porque estamos unidos, e estamos aqui sem ter os pés molhados, e é bom. Mas podia ter sido diferente. Se não fosse a obra de desassoreamento do Rio Mondego, que alguns criticam com tanta ligeireza, o que teria sido o final de semana até hoje é inimaginável”, considerou o autarca, reforçando os elogios ao trabalho realizado por todos os que compõem “o dispositivo de Proteção Civil de Coimbra concelho, Coimbra distrito, Coimbra região”. “Esperamos que não regresse, mas hoje estamos mais capacitados para enfrentar estes desafios”, salientou.
Naquela que foi a sua primeira visita depois do rescaldo das cheias, neste caso ao quartel das AHBV de Coimbra, o presidente da CM de Coimbra elogiou “o trabalho, a dedicação e o esforço que [todos os que fizeram parte das missões de Proteção Civil durante as cheias] tiveram, sem regatear esforços e meios humanos e materiais, e toda a colaboração que chegou. Não esqueceremos e agradecemos”, concluiu Manuel Machado.