Através de uma viagem conduzida pelo jornalista Júlio Roldão, o público é convidado a conhecer diferentes dimensões do trabalho de Augusto Baptista, autor que cruza várias linguagens e disciplinas, entre o texto, a fotografia e o desenho.
A iniciativa inclui a apresentação dos livros “O Encantador de Sereias” e “ENIgMATÓgRAFO”, ambos da autoria de Augusto Baptista, seguindo-se a inauguração da exposição “Garrafas”. A mostra, composta por 16 desenhos selecionados da publicação homónima, editada pela Gatopardo, em 2013, vai poder ser visitada na Casa da Escrita até 26 de setembro.
A sessão termina com uma degustação de espumante da Adega Cooperativa de Souselas.
Sobre Augusto Baptista e Júlio Roldão
Natural de Oliveira de Azeméis, Augusto Baptista desenvolve um percurso artístico que atravessa diferentes áreas de criação. O seu catálogo de publicações inclui títulos como “lacrima”, “o homem que”, “Gente do Porto”, “Histórias de coisa nenhuma e outras pequenas significâncias” e “ENIgMATÓgRAFO”, entre outros.
Enquanto fotojornalista, tem explorado, em particular, a fotografia de cena, acompanhando o percurso da companhia A Escola da Noite, de Coimbra, e as atividades da Cena Lusófona – Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral. No campo do desenho, expõe coletiva e individualmente desde a década de 1990. Augusto Baptista é também sócio fundador e membro da direção da Cena Lusófona e integra a direção da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. É ainda sócio fundador da ARCA, em Oliveira de Azeméis, do CE.DO – Centro de Estudos do Deserto, no Namibe, Angola, e da Associação 25 de Abril, em Luanda, Angola.
Júlio Roldão nasceu no Porto, em 1953, tendo estudado em Coimbra, cidade onde fez teatro e iniciou a sua atividade profissional como jornalista. Ao longo do seu percurso, desempenhou funções de repórter, redator e editor no “Jornal de Notícias”, colaborando também com diversas estações de rádio. Atualmente, integra a direção da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e é autor do poema “Clepsidra, meu Amor” e do livro de narrativas epistolares “Correspondência Interceptada”.